Amor, pede uma porção de batata frita?

Ok, você venceu.

Batata frita.

Sempre tentei fazer uma batata frita igual aquelas que a gente come em bares e lanchonetes.

Secava.

Colocava vinagre.

Água gelada.

Até alcóol já coloquei.

E nada.

Ia da sorte: às vezes sequinha, as vezes encharcada, igual às de alguns botecos que já frequentei.

Hoje não me estresso mais.

Batata pré-frita, de saquinho.

A receita é:

Vá ao supermercado.

Pegue um carrinho ou um cesto.

Coloque um pacote de batatas pré-fritas, resfriadas.

Coloque ainda um litro de óleo.

Por fim, uma embalagem com uma dúzia redondinha de cerveja em lata de sua preferência.

Em casa, coloque a cerveja no congelador ou no freezer – molhe antes, minha mãe me ensinou que gela mais rápido!

Dê um tempinho, e quando a cerveja estiver no ponto, tire do freezer, para não congelar.

Abra a primeira, coloque no copo, ou não, pode beber na latinha mesmo, a escolha é nossa.

Coloque óleo em um a panela alta, para não espirrar muito e sujar o fogão e ficar ruim de limpar depois…

Acenda uma das trempes do fogão, aqueça bem o óleo, e quando estiver quente o óleo e bem gelada a cerveja, despeje o pacote de batatas – olhe primeiro se cabe na panela, viu!

Deixe por cinco ou oito ou dez minutos.

Convém checar, para ver se estão ao seu gosto e não deixar queimar…

Forre uma travessa com papel toalha, e retire as batatas com uma escumadeira – ou espumadeira, a seu critério, docinho!

Pronto!

Pode servir as porções de batata frita!

E para acompanhar, um revival de 1982, da Blitz!

Sabe essas noites
Que cê sai
Caminhando, sozinho
De madrugada
Com a mão no bolso
(Na rua)…

E você fica pensando
Naquela menina
Você fica torcendo
E querendo
Que ela estivesse
(Na sua)…

Aí finalmente
Você encontra o broto
Que felicidade
(Que felicidade)
Que felicidade
(Que felicidade)…

Você convida ela prá sentar
(Muito obrigada)
Garçom uma cerveja
(Só tem chopp)
Desce dois, desce mais…

Amor, pede
Uma porção de batata frita
OK! você venceu
Batata frita…

Ai blá blá blá blá blá blá blá blá blá
Ti ti ti ti ti ti ti ti ti

Você diz prá ela
Tá tudo muito bom
{Bom)
Tá tudo muito bem
(Bem)
Mas realmente
Mas realmente
Eu preferia
Que você estivesse
Nuaaaa…

Você não soube me amar…(4x)

Todo mundo dizia
Que a gente se parecia
Pois cheio de tal e coisa
E coisa e tal
E realmente a gente era
A gente era um casal
Ah! Um casal sensacional…

Você não soube me amar…(4x)

No começo tudo era lindo
Tá tudo divino
Era maravilhoso
Até debaixo d’água
Nosso amor era mais gostoso
Mas de repente
A gente enlouqueceu
Ah! eu dizia, que era ela
Ela dizia, que era eu…

Você não soube me amar…(4x)

Amor que que’cê tem
Cê tá tão nervoso
Nada, nada, nada, nada, nada…

Foi besteira usar essa tática
Dessa maneira assim dramática
(Eu tava nervoso)
O nosso amor
Era uma orquestra sinfônica
(Eu sei)
E o nosso beijo
Uma bomba atômica…

Você não soube me amar…(8x)

É foi isso que ela me disse…

Oh! baby não!

Sirva acompanhado de risadas, conversas, música animada, cerveja, uma linguicinha frita, e sempre, boa companhia!

Aproveite o sábado!

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8 respostas para Amor, pede uma porção de batata frita?

  1. Sara Joker disse:

    Linguicinha frita com batata e mandioca frita fica delícia!

  2. Carol disse:

    Mas que delícia de post!
    Ótima dica.
    Hmmmm deu vontade.
    Gargalhadas e companhia.
    abraços
    boa semana!

  3. Olá! depois que aqui na minha cidade virou “modinha” a tal maionese de alho/cebolinha/ervas, não consigo comer batata frita sem isso. Acho demais a batata de saquinho e nunca mais quero cair no vórtex da batata in natura que dá sempre errado. Por isso, desenvolvi um molho que fica ótimo. É assim: você coloca dois dedos de leite gelado no liquidificador (pouco mesmo, senão dá muita maionese e gasta óleo em quantidade absurda), um dente de alho, dois talos de cebolinha, orégano e outras ervinhas, sal e temperos a gosto, uma colher de suco de limão. Aí liga o negócio e vai colocando óleo de soja/girassol bem devagar, enquanto bate, um fiozinho, mas vai muito óleo. Em alguns minutinhos fica cremoso, aí gela um pouco e pronto, nossa, delícia gordurosa, mas de vez em quando, com aquela cervejinha, muito bom. E o alho é a gosto, mais forte (bafinho) ou menos. É delicia!

  4. Giselle disse:

    Aff “FEMINISTA NA COZINHA” Porque deixa bem claro que é feminista? Isso é coisa de mulher chifruda! Que só fala mal dos homens mas no fundo sofre HORRORES sentindo falta de um.

  5. Que é que tá falando mal de homem aqui, meu bem?
    A gente gosta. Algumas gostam de mulheres também.
    Outras, de meninos E meninas.
    A gente gosta de cozinhar, beber cerveja, namorar, ouvir música, e principalmente, brincar com a cabeça de gente bitolada…
    Acho que você não entendeu a brincadeira, bebê.
    Sem problemas, pode pedir uma porção de batatas fritas, ok?

  6. Geovana disse:

    O segredo da batata frita é escolher o tipo certo, depois que descobri isso nunca mais sofri com a batata frita que deu errado. Se você observar os mercados sempre oferecem a batata de casca clara, amarelinhas, e de casa rosa, mais escura. Essa rosa é a ideal pra batata frita, ela fica sequinha e dourada uma delícia, a amarela só serve pra preparar cozida, se frita fica toda molenga, cozida e não fritinha.

  7. Pingback: Celebração! | Feministas na Cozinha

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